Diego Martins de Andrade Paula, Advogado

Diego Martins de Andrade Paula

Araraquara Sp
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Sobre mim

Advogado de concurseiros, servidores públicos e licitantes.
Atuo na defesa dos direitos dos concurseiros, servidores públicos e empresas licitantes.

Concursos públicos:

Desclassificação e Reclassificação;

Heteroidentificação;

Impugnação de editais;

Recursos administrativos.


Servidores públicos:

Recálculo de benefícios;

Indenizações e precatórios;

Processos disciplinares;

Remoção e transferência.


Licitações:

Impugnação de editais;

Recursos administrativos nos pregões;

Contratos administrativos (reajuste, aditamento, renegociação).

Principais áreas de atuação

Direito Administrativo, 100%

É um ramo autônomo do direito público interno que se concentra no estudo da Administração Pública...

Correspondência Jurídica

Serviços prestados
Acompanhamentos
Alvarás
Análises
Andamentos
Audiências
Buscas e apreensões

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Joao Anon, Bacharel em Direito
Joao Anon
Comentário · há 8 anos
Acredito que a questão da saúde pública não tem que ser vista sob a contra-argumentação do Pedro e também pode ser refutado o que o Rafael Lins afirma, pelo simples fato de que o comércio existe e todo mundo sabe onde adquirir drogas ilícitas, que é nas periferias das cidades. Ou seja, a venda e distribuição acontece, bem como existe o consumo. Agora, creio que em questão de saúde pública, o tráfico fornece drogas com metais pesados, amoníacos e com as mais variadas misturas. A saúde do indivíduo fica extremamente prejudicada dessa forma. Com a legalização, o usuário terá um produto de qualidade, que reduzirá potenciais danos à saúde do indivíduo, bem como poderá ser realizada campanhas para prevenção de danos e outros riscos. Não obstante, as constantes guerras ao tráfico, a corrupção envolvendo policias e políticos, com lavagem de dinheiro, clínicas de reabilitação que ganham milhões para fazer as pessoas ajoelharem no milho e rezarem o terço como forma de cura, causam muito mais danos do que qualquer outro conceito de "saúde pública". Sobre o termo "viciados", que pejorativamente o Rafael classifica os usuários de drogas ilícitas, acredito que ele não se autodenomina viciado por tomar cerveja ou café, açúcar, ou mesmo quando toma alguma droga de farmácia. Vale lembrar que a maconha vícia menos do que álcool e do que a cafeína. Drogas como LSD já são bem definidas como impossíveis de viciar. O preconceito e desconhecimento ainda impera nesse assunto!
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